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Oficina UX Design discute a experiência do cidadão com o serviço público

 

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Foi realizada na última quarta-feira (15) a Oficina “UX Design: a experiência do cidadão com o serviço público”, ministrada pela representante do Gnova, Laboratório de Inovação em Governo da Enap (Escola Nacional de Administração Pública), Daniela Metello. A capacitação aconteceu na nova Sala de Inovação (Sala Paulo Freire) da Escola de Contas, e contou com 25 participantes, entre servidores do TCE-PE, do TCE-RN, da Seplag PE (Secretara de Planejamento e Gestão) e pesquisadores universitários.

Em sua fala, a representante do Gnova trouxe a definição de que o “inovar” está ligado a uma ideia + ação + resultado que resulta em inovação. Dentro de um determinado contexto, a inovação pode ser incremental, representada por atos novos que vão introduzindo mudanças aos poucos numa dada realidade. Já as inovações disruptivas são aquelas que quebram “abruptamente” um padrão interno, como exemplo, teríamos o uso do computador nas empresas, que permitiu a mudança do paradigma mecânico para o digital.

Além disso, foram abordadas, na primeira parte da Oficina, as seguintes temáticas: a missão de um laboratório de inovação dentro de uma instituição, que é mudar a cultura institucional para o novo (com foco no usuário); como o processo de inovação se relaciona com o design, que é um projeto, uma abordagem flexível, humana, mostrando-se que, para se construir a inovação, precisa-se elaborar um projeto, um desenho, tal como se faz no  processo do design propriamente dito.

 

Por fim, foram tratados os temas design thinking que, conforme tradução da expressão para o Português, significa um projeto pensado para o atingimento de um determinado objetivo; o UX (experiência do Usuário) com determinado produto ou serviço de uma instituição, cujo resultado gera uma percepção positiva ou negativa em um demandante de serviço. Foi discutido, também, como dentro deste contexto interativo: cidadão-meio empresarial, pode-se construir, pelo processo de inovação, uma realidade que seja mais benéfica para a vida de um usuário de serviço.

Na parte prática da oficina foi realizado um exercício com base no blueprint, instrumento em que se descreve a jornada que um usuário faz para obter um serviço numa empresa. Através desta ferramenta registram-se todos os aspectos processuais necessários para que o cidadão consiga o seu produto. Desta forma, pode-se visualizar os aspectos que dificultam a relação: usuário-empresa-serviço. Os grupos presentes na oficina apresentaram casos diversos com suas respectivas peculiaridades

“Trabalhar com dinâmica é sempre uma forma de deixar os participantes mais próximos, torna o processo mais real e nos permite pensar na perspectiva do usuário. Muitas vezes só vemos o passo a passo das nossas etapas, e toda essa Semana de Inovação do TCE-PE está deixando bem claro que precisamos sentir a dor do cidadão, saber onde estão as dificuldades para melhorarmos a qualidade dos nossos serviços”, afirmou coordenadora de capacitação da Escola de Contas Professor Severino Lopes de Oliveira do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, que participou da oficina.

Última modificação emSexta, 17 Mai 2019 12:57

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